Pascal Ansell, Violeta Lisboa e Jari Marjamaki surgem-nos das caves de Lisboa onde o mofo é o odor reinante, ocupados na destilação de fluxos pós-punk, industriais e ondas frias com uma forte gota de acid para dar coloração à mistura. Bateria hipnótica, linhas sequenciais de acid e uma névoa de teclados; espasmos de guitarra tão dilacerantes quanto as suas duras harmonias; uma voz autoritária e fascinante. Músicas para corujas cibernéticas.

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