
Para quem ainda não conhece, Scúru Fitchádu é Marcus Veiga e faz referência direta tanto à música cabo-verdiana como de matriz africana, sonoridade de combate dentro de uma estética punk eletrónica disruptiva, alinhando influências e cruzamentos tão díspares, de diferentes universos musicais.
Desde 2016, editou 1 ep e 3 álbuns, trabalhos fortemente sustentados na experimentação e quebra de barreiras sonoras, fazendo com que seja considerado um dos projectos mais frescos e vitais dos últimos tempos da música nacional.
Figurando na programação de festivais sonantes da música alternativa e exploratória, nacionais e internacionais, Scúru Fitchádu regressa ao Basqueiral com a sua música e poesia corrosivas, bastante adequadas a estes tempos.








